Olá, sou a Alexandrina Fernandes, Fisioterapeuta e Osteopata Pediátrica Integrativa (Cédulas Profissionais nº 4994, pela Ordem dos Fisioterapeutas e nº C- 025911074, Técnica de Diagnóstico e Terapêutica pelo Ministério da Saúde e Cédula Profissional de Osteopatia nº 0100451).
Há mais de 20 anos que acompanho bebés com deformidades cranianas, ajudando-os a recuperar a forma e simetria da cabeça de forma suave, segura e totalmente não invasiva.
Após milhares de casos resolvidos, desenvolvi o Método Cabeças Redondinhas, um protocolo clínico que combina:
Equilíbrio, conforto
e bem-estar.
Visão holística
que transforma.
Movimento, cuidado
e desenvolvimento.
O início certo (0 aos 5 anos)
faz toda a diferença.
O Método Cabeças Redondinhas nasceu de uma necessidade real que encontramos ao longo da nossa experiência: imensas famílias chegavam até nós desesperadas, sem qualquer apoio ou orientação sobre como ajudar o seu bebé com deformidades cranianas.
Muitas vezes, as únicas soluções apresentadas eram o capacete ortopédico ou informações desatualizadas, como afirmar que se trata apenas de uma questão estética ou que a deformidade se resolveria naturalmente com o tempo.
A realidade é muito diferente.
As deformidades cranianas podem ter impacto direto no desenvolvimento da criança, afetando a simetria facial, a postura, a visão e até o desenvolvimento cognitivo. Ignorar ou minimizar o problema pode trazer complicações a longo prazo, que poderiam ser prevenidas com intervenção precoce e adequada.
Foi exatamente para preencher esta lacuna, oferecendo uma abordagem segura, científica e personalizada, que desenvolvemos o método. O nosso objetivo é dar às famílias a orientação, acompanhamento e soluções que realmente funcionam, de forma suave, segura e eficaz, sem deixar ninguém sozinho neste percurso tão importante para o futuro do bebé.
O seu bebé pode ter plagiocefalia se apresenta um dos lados da cabeça mais achatado e tende a olhar sempre para o mesmo lado.
Pode indicar braquicefalia quando a parte de trás da cabeça está mais plana e larga, geralmente devido a muito tempo deitado de costas.
Suspeite de torcicolo se o seu bebé prefere olhar para um lado, tem dificuldade em virar o pescoço ou mantém a cabeça inclinada.
Bebés nascidos com instrumentos – fórceps ou ventosas – podem ter tensões cranianas que alteram a simetria da cabeça ou a mobilidade cervical.
Se notar orelhas ou olhos desalinhados, isso pode ser sinal de assimetria craniana associada a compressões no crânio.
A dolicocefalia ocorre quando a cabeça é mais comprida e estreita, comum em bebés que nasceram prematuros ou passaram muito tempo em determinada posição.
Bebés prematuros têm o crânio mais maleável e sensível à pressão, podendo desenvolver assimetrias com mais facilidade.
Mais de mil bebés tratados — veja a evolução real do Método Cabeças Redondinhas.
Todos os dias, pais partilham a alegria de ver os seus bebés evoluir com o Método Cabeças Redondinhas. Nestes vídeos, pode ouvir quem já passou pelo mesmo caminho que está a iniciar. Experiências sinceras que mostram como pequenas mudanças podem transformar vidas.
Estas recomendações do Facebook mostram o impacto que o Método Cabeças Redondinhas tem na vida de cada bebé — e de cada família . São palavras de carinho que dão confiança a quem está a iniciar este caminho. Se também quer dar este passo pelo bem-estar do seu bebé, está apenas a um clique de começar.
Quanto tempo dura o método?
A duração do método depende da gravidade da deformidade e da idade do bebé. Em média, o tratamento decorre ao longo de várias semanas a meses, com revisões periódicas para acompanhar a evolução.
Quantas sessões são necessárias para ver resultados?
O número de sessões varia conforme cada bebé. Normalmente, é possível observar melhorias nas primeiras semanas, mas o tratamento completo é personalizado e ajustado à evolução do bebé.
Em que idade é mais eficaz iniciar o método?
O tratamento é mais eficaz quando iniciado precocemente, idealmente nos primeiros meses de vida, pois o crânio do bebé ainda é maleável e responde melhor às correções.
As técnicas utilizadas são dolorosas para o bebé?
Não. Todas as técnicas são suaves, seguras e adaptadas à fisiologia do bebé, sem causar dor. O conforto e bem-estar do bebé são prioridade máxima.
O método é seguro?
Sim. O método é desenvolvido por profissionais especializados em osteopatia e pediatria, com total segurança clínica e acompanhamento contínuo.
O método substitui o capacete?
Na maioria dos casos, sim. O nosso método pode evitar a necessidade do capacete, mas cada caso é avaliado individualmente. A decisão final depende da avaliação inicial do bebé.
Existe risco de agravamento se não tratar?
Sim. Sem intervenção, algumas deformidades podem piorar ao longo do tempo, podendo afetar simetria facial, postura, visão ou desenvolvimento craniano. O tratamento precoce previne complicações futuras.
É possível que o meu bebé não precise de tratamento?
Sim. Nem todos os bebés com deformidades cranianas necessitam de intervenção. A avaliação inicial permite determinar se o tratamento é realmente necessário.
Recebo acompanhamento ao longo do processo?
Sim. Acompanhamos o bebé de forma contínua durante todo o tratamento, ajustando as técnicas sempre que necessário para garantir os melhores resultados.
A consulta de avaliação é obrigatória antes de iniciar o método?
Sim. A consulta de avaliação é essencial para perceber a gravidade da deformidade, decidir sobre a necessidade do tratamento e personalizar o método para cada bebé.
O tratamento é realizado apenas pela Dra. Alexandrina Fernandes?
Não. O tratamento é realizado pela equipa formada e treinada pela Dra. Alexandrina Fernandes, mentora do método. A equipa é de total confiança e todos os casos são supervisionados pela Dra. Alexandrina, garantindo segurança, qualidade e atenção individualizada a cada bebé.